Branding Marketing – desperte sensações e crie conexões com seu público

O Branding Marketing é uma das estratégias mais eficazes usadas pelas grandes empresas para tornar as marcas mais atrativas e conquistar o olhar do consumidor (e que funciona muito bem para todos os negócios). Esse tipo de tática consiste em gerar valor e propósito por meio do posicionamento da marca, gerenciamento dos elementos de identidade visual e gestão. Podemos dizer que o objetivo do branding marketing é despertar sensações e criar conexões – uma frase usada pelo Resultados Digitais e que faz muito sentido para nós também. 

Resumidamente, sabe quando você vê uma campanha ou um conteúdo de determinada cor e logo vem em sua mente uma marca específica? Ou até mesmo uma frase, que de cara você sabe sobre qual produto ou empresa se refere? É exatamente esse o propósito do branding – fixar a empresa no subconsciente do consumidor por meio dos elementos visuais e textuais.

Como funciona o Branding com Marketing Digital?

O trabalho de Branding existe muito antes de surgir o Marketing Digital. Inicialmente, as marcas trabalhavam essa estratégias nos modelos de publicidade tradicionais: rádio, televisão e impressos. 

Com a chegada da Internet, as possibilidades de expansão foram inúmeras e o branding atingiu novos patamares de alcance. Consequentemente, surgiram também novas formas de potencializar essa tática. Alguns especialistas chamam esse conceito de digital branding, que seria “fazer branding no ambiente digital”

Existem hoje, diversas formas de trabalhar branding na internet. Abaixo, citamos alguns exemplos da Rock Content sobre como aplicá-los nesses novos meios, considerando também as melhores tendências do mercado:

  1. Brand Persona e Buyer Persona

Antes de iniciar as atividades em si, é preciso saber quem você é e quem é o seu cliente. Por isso, aplicam-se os conceitos de personas, tanto para a marca, quanto para quem você deseja atingir. 

Ao elaborar uma brand persona, você deve considerar a visão, missão e valores de sua marca e criar uma representação de uma pessoa que transmite tudo isso. Criando essa persona, é possível alinhar todos os ideais que a marca acredita e conseguirá expressar eles de forma coerente com a sua proposta.

A Rock Content, por exemplo, tem a maior brand persona inspirada no Vitor Peçanha, um de fundadores, e se posiciona com base nos valores em que ele age. Os principais valores são aprender, ensinar, resolver, colaborar e crescer, e eles servem para direcionar todos asações.

Já a buyer persona define quem é o seu cliente ideal, considerando o que ela faz, onde ela se encontra e quais são as suas dores e objetivos. Ao colocar sua representação como uma pessoa, você também conseguirá definir melhor os seus próximos passos e como chegar até ela. 

Mesmo que sejam representações semi-fictícias, as personas ajudam a tornar claro como a sua identidade deve ser definida e como as suas ações devem ser trabalhadas em uma comunicação coerente com o perfil da sua marca e do seu público.


2. Voz e Tom da Marca

Com as personas já definidas, já sabemos como é a personalidade da marca e com quem conversar. Para promover esse diálogo, é preciso adotar uma linguagem alinhada.

Logo, devemos definir como é a voz da marca de modo geral, que define também o tom da comunicação e indica como se expressar em cada situação. Indo além da personalidade da brand persona, devemos ser um pouco mais específico e criar guias que devem ser utilizados.

3. Identidade Visual

A identidade visual já é um dos pilares do Branding tradicional, com elementos dele, como o logotipo, sendo até mesmo tidos como sinônimos dos conceitos de marca por algum.

A estética de um produto ou serviço se provou importante para se distinguir dos concorrentes e atrair os consumidores, e o mesmo precisa ser aplicado no cenário digital em cada canal que for utilizado.

De tal modo, partimos dos elementos básicos, como as cores, tipografia e itens de design, e então aplicá-los para cada canal escolhido. Tamanha a diversidade do meio digital, uma boa aposta é seguir uma linha versátil e facilmente adaptada que poderá ser aplicada facilmente em novas ações.

Assim como a voz e o tom da marca, a identidade visual deve considerar as personas em primeiro lugar, pensando em como expressar visualmente a sua personalidade e no que atrai o seu cliente ideal.

4. Visibilidade e Canais

No momento de elaboração da buyer persona da marca, temos que responder a pergunta: “onde está o meu cliente?” e ela tem bom uso aqui.  Toda ação de marca deve ser pensada em um contexto e espaço que considere o público. Afinal, sem estar no lugar certo, dificilmente será possível ter visibilidade. 

Pensando nisso, é preciso escolher os canais adequados onde você será encontrado, podendo partir de um site próprio ou das redes sociais, por exemplo.

Atenção, uma estratégia que deu certo para alguns, não é ideal para todo os negócios. É comum ver empresas tentando estar em todos os lugares possíveis, porém isso significa desperdício de esforços, uma vez que nem todas as redes trarão resultado dependendo do objetivo.

5. Produção de Conteúdo

Com a escolha dos canais, pensamos então no que será veiculado neles em conjunto com estratégias de marketing para garantir o sucesso da estratégia. 

No Branding, é necessário alinhar o que estará nesse conteúdo e, mais uma vez, como ele se comunica com a brand e a buyer personas. Precisamos ajudar as dores da persona, desde o reconhecimento do problema dela, até a decisão de compra. Assim, a produção de conteúdo deve estar atrelada ao funil de vendas.

Nesse cenário, podemos aproveitar também as técnicas de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, que promove a presença e visibilidade online por meio de conteúdos relevantes e que atraem naturalmente o seu público sem grandes interrupções.

Além de textos, outros formatos visuais podem ser importantes. Então, devemos pensar na produção de conteúdos para o YouTube ou Instagram, por exemplo. Talvez, os seus potenciais clientes sejam inclusive mais ativos nesses tais canais.

E, claro, mesmo para conteúdos diretamente promocionais ou mais simples, como um post em uma rede social, deve ser considerado o propósito e em como ele acrescenta na vida das pessoas que verão ele.

6. Tecnologias e Métricas

Com todo o processo de Branding rodando desde a conceitualização até a produção e divulgação de conteúdos, já conseguimos obter resultados.

No cenário digital, uma vantagem enorme que temos é a possibilidade de colher dados das mais diversas formas para analisar a performance das ações que estão sendo feitas até mesmo em tempo real.

Faça então uso das tecnologias para avaliar métricas que sejam importantes, como as visualizações e engajamento, por exemplo. Certamente, dados podem dar insights importantes do que está dando certo e do que ainda pode melhorar, direcionando as suas atividades em torno de KPIs e OKRs.  

O Digital Branding é riquíssimo, dinâmico e está acontecendo o tempo todo no cenário digital. Por isso, ele requer muito auto conhecimento e flexibilidade para seguir construindo uma marca de sucesso.

Tenha em mente essas etapas na elaboração e manutenção do Digital Branding. A conversa sobre a sua marca já existe, então participe dela!

Isso é só o comecinho de uma boa estratégia de branding, que envolve muitas outras características. Em conteúdos próximos, falaremos mais sobre esse modelo estratégico essencial para o sucesso de sua marca.

Fontes: Rock Content e Resultados Digitais

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