O sucesso de Bird Box e o papel da Netflix para o entretenimento mundial

2019 começa com um assunto do momento, o filme Bird Box, lançado diretamente no streamming da Netflix.

45 milhões de pessoas: esse foi o número divulgado das pessoas que assistiram ao filme, na semana de lançamento. Um recorde da empresa. Pelo menos 70% deles assistiram ao filme até o final, (sem contar que uma mesma conta pode ter sido assistida por mais de uma pessoa). Segundo a Netflix, em outubro, havia137 milhões de assinantes, sendo que 33% deles assistiram ao longa na primeira semana.

Foto: Divulgação

Com certeza, a atriz Sandra Bullock, estrela do filme, ajudou a aumentar o interesse do público. Se você é um dos “poucos” que ainda não assistiram, não daremos spoiler, mas vale analisarmos quais outros elementos contribuíram para esse sucesso.

A história de uma força sobrenatural desconhecida que leva à morte aqueles que olharem para ela mexeu com o público. Entre análises e críticas, cumpriu com o objetivo de entreter em uma época do ano bastante propícia, no final do ano, em que as pessoas costumam ter mais tempo livre.

A estratégia parece ter dado certo.

Acertar no timing também faz parte da estratégia de lançamento, mas como foram as campanhas publicitárias? Entre as ações online habituais, muitos memes e virais na internet.

Mas queremos destacar o investimento alto em mídia offline optado pela marca. Foi utilizada Mídia out of home nas maiores cidades do país, com banners, displays em ônibus, relógios de rua, entre outros. Segundo a empresa, com o objetivo de atingir novos públicos.
Sobre o filme? Vamos deixar você assistir e tirar suas próprias conclusões. Confira o trailer.

Quanto à netflix?

Quanto à Netflix? Apostamos que sua chance de sobrevivência no mercado deve estar na produção audiovisual original.

Já que outros gigantes do entretenimento têm investido forte em criar seus próprios canais de Streamings, como foi o caso da Amazon que acaba de lançar o Freedive, do seu site de cinema IMDb. E ainda este ano, devem estrear canais de streamings da Disney e Warner Media. 

Caberá ao público optar por pagar mais ou deixar de ver filmes e séries que serão da concorrência.

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